Abre-se a cortina do espetáculo Desnudando sonho e verdade Encenando em cada ato, Reflexos da realidade. Palco iluminado sem a luz Em cada ator, Refletida a sombra, Do calvário... E da cruz! A lágrima escorre no rosto Como lâminas afiadas Confundindo o canto Em notas desafinadas! A prima-dona anuncia, Ao amante desgraçado, Que a vida em sua amada Já é coisa do passado! O ator cambaleia, Bradando ao céu e ao inferno, Ouvindo a cantilena, O punhal lhe faz o inverno! Dois corpos no palco jazem No corpo do ator, o tremor. Das palmas que o aplaudem!
-Solyen Davö-
Uma linda semana á todos da comunidade... **´¨) ¸.•´¸.•*´¨)* (¸.•´ (¸.•***ßëlîñhå®**
23:30 - 29/03/2009
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